Festival do Rio: “Sonhando Acordado”; e “I’m a Cyborg, but that’s Ok”

“Sonhando Acordado” (Michel Gondry, 2006) – Nota: 9
Lembra aqueles clipes do começo de carreira da Björk? Então, em “Sonhando Acordado”, o Gondry revisita aquela estética quase-tosca no que podemos chamar de a primeira comédia romântica psicodélica. Valeu a pena esperar.

“I’m A Cyborg, But that’s OK” (Chan-wook Park, 2006) – Nota: 3,5
É visualmente belo, mas a história passada num sanatório sobre uma garota que ahca que é uma ciborgue não consegue chegar a lugar nenhum. Pretensão demais, competência de menos.

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